Nabor confirma renúncia do cargo em Patos e ratifica disputa ao Senado: “Não tem plano B”

 O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), anunciou, nessa segunda-feira (30), em entrevista ao Programa Hora H, da TV Norte Paraíba, que renunciará o cargo no próximo sábado(4) e ratificou a candidatura ao Senado. “Não tem Plano B”, cravou o pré-candidato, afastando qualquer outra possibilidade que não seja a disputa senatorial.

"Não existe outra possibilidade. Nós vamos deixar a Prefeitura de Patos para sermos candidato ao Senado. Não tem plano B ou mudança de rota. Estamos determinados a isso. A convocação pelo partido foi essa”, reiterou Nabor, acrescentando que tem visitando os municípios da Paraíba, conhecendo problemas e potencialidades regionais.

Nabor: quero que cada prefeito seja senador comigo

Apoiado por cerca de 150 prefeitos, Nabor disse conhecer as dores dos gestores municipais e prometeu fazer do seu gabinete “uma extensão dos gabinetes dos prefeitos paraibanos. 

“Existe essa identidade com os prefeitos, estou na prefeitura, sei as dificuldades dos municípios e da necessidade dos investimentos, sei o quanto é difícil investir sem a participação dos recursos federais. Eu sei onde o sapato está apertando. Vou procurar fazer com que nosso gabinete seja extensão do gabinete do prefeito e que cada prefeito seja senador comigo”, prometeu.

“Tenho visitado a Paraíba, conversado com prefeitos, conhecendo nosso estado como um todo, conhecendo as potencialidades de cada região, e dialogando com a população, para que a gente possa levar todo esse conhecimento para o nosso mandato como senador e ajudar a Paraíba a se desenvolver muito mais", prometeu o prefeito.

Apoios de Cícero e Bruno
Buscando ampliar apoios, Nabor disse na entrevista que sua campanha está de "braços abertos" para receber apoios do prefeito de João Pessoa e pré-candidato ao governo, Cícero Lucena (MDB), à sua candidatura. Além do emedebista, o gestor de Patos não dispensou o apoio do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União).

"Não existe nenhum problema pessoal que possa inviabilizar um diálogo. A política é feita de diálogo, é feita em você sentando à mesa, discutindo propostas, discutindo possibilidades de se ajudar os municípios. E claro que as portas estarão sempre abertas, como sempre esteve. A gente não pode fazer política olhando para trás, olhando para o retrovisor”, analisou.

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