Mulher de 38 anos morre após afogamento na praia de Barra de Gramame, em João Pessoa

 Uma mulher de 38 anos morreu após um afogamento registrado na praia de Barra de Gramame, no Litoral Sul de João Pessoa. O caso ocorreu nesta segunda-feira (30) e mobilizou equipes das forças de segurança e moradores da região.

A vítima foi identificada como Maria Helena da Silva do Nascimento. De acordo com informações repassadas por testemunhas à Polícia Militar, ela estava no local com amigas, em um momento de lazer, quando decidiu atravessar um trecho de água conhecido pela forte correnteza.

Segundo relatos, as amigas chegaram a alertar sobre o risco, mas a mulher teria insistido na travessia. Durante a tentativa, ela não conseguiu retornar. Minutos depois, o corpo foi visto boiando na água e retirado por pescadores e populares que estavam na área.

Ainda houve tentativa de socorro no local, mas a vítima já estava sem sinais vitais. Familiares, incluindo um filho e um irmão, estiveram presentes após o ocorrido. A área foi isolada pela Polícia Militar para os procedimentos necessários.

Equipes da Polícia Civil também estiveram no local para coletar informações e entender a dinâmica do caso. De acordo com os relatos iniciais, não houve necessidade de perícia detalhada, já que o corpo foi retirado da água antes da chegada das equipes técnicas.

A região onde ocorreu o afogamento é conhecida pela beleza natural, mas também apresenta trechos de risco, com correntezas fortes e variações bruscas de profundidade. Placas instaladas pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba alertam para cuidados essenciais, como evitar nadar após ingestão de bebida alcoólica, não entrar em áreas desconhecidas e respeitar os limites de segurança.

Dados informais apontam que o local já registrou outras ocorrências semelhantes, especialmente em áreas onde há encontro de rio e mar, o que intensifica a força da correnteza.

O caso reforça o alerta das autoridades sobre a importância de seguir as orientações de segurança em ambientes aquáticos, especialmente em regiões sem supervisão de guarda-vidas.

Familiares e amigos lamentaram a morte de Maria Helena.

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