Filha de mulher morta por guarda municipal diz que mãe era agredida pelo homem e estava querendo se separar

 A filha de Lidjane Maria da Conceição, de 41 anos, assassinada a tiros em outubro do ano passado, disse que a mãe era agredida pelo companheiro.

Lidjane foi morta com um tiro na cabeça e o principal suspeito de cometer o crime é o companheiro dela, Marcos Antônio Alves. A arma usada no crime era regular, uma vez que o suspeito integrava a Guarda Municipal de Bayeux.

Ao Notícia Paraíba, Jéssica Maria contou que a mãe conviveu cerca de sete meses com o homem e que ele teria a afastado de toda a família. "Durante todo o tempo que eles estavam casados, eu não conseguia falar com a minha mãe porque ele não deixava", lamentou.

A jovem disse ainda que a mãe estava tentando terminar o relacionamento, mas que Marcos Antônio não aceitava a separação e por diversas vezes a agrediu.

Jéssica também revelou ao Notícia Paraíba que o companheiro da mãe chegou a se insinuar para ela e que devido as recusas, ele passou a ameaçá-la.

A Justiça da Paraíba determinou, nesta segunda-feira (11), a soltura de Marcos Antônio Alves Veras de Lima, suspeito de matar a esposa, Lidijane Maria da Conceição, em Bayeux, na Grande João Pessoa.

Lidjane tinha dois filhos, fruto do primeiro casamento.

NP

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