Brasil tem 57.174 mortes por Covid-19, segundo consórcio de veículos da imprensa em boletim das 13h

O número de mortes confirmadas por Covid-19 no Brasil chegou a 57.174, indica o boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste domingo. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. Já o número total de casos até o momento é de 1.323.069.

O último levantamento havia sido divulgado às 8h deste domingo. Com a nova verificação, Ceará, Distrito Federal e Minas Gerais  divulgaram novos dados. O balanço anterior contabilizava 57.149 mortes e 1.319.274 casos confirmados.

Em relação aos números divulgados às 20h de sábado, já são 71 novas mortes e 7.128 casos a mais.
As estatísticas da pandemia no Brasil são divulgadas três vezes ao dia. O próximo levantamento será divulgado às 20h deste sábado. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Também neste domingo, o número de casos confirmados da doença no mundo ultrapassou a marca de 10 milhões, segundo levantamento feito pela universidade americana Johns Hopkins. O mesmo monitoramento indica que  o número de mortes pela Covid-19 é de 499.194 em todo o planeta.

Os países com os maiores números de casos são Estados Unidos (2.510.323), Brasil (1.313.667), Rússia (633.542), Índia (528.859) e Reino Unido (311.727). Quanto à incidência de óbitos, os recordistas são: Estados Unidos (125.539), Brasil (57.070), Reino Unido (43.598), Itália (34.716) e França (29.781).

O Ministério da Saúde anunciou neste sábado a produção de 30,4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, com investimento de US$ 127 milhões. O primeiro lote deve ser produzido em dezembro deste ano, e o segundo em janeiro de 2021 pela Bio-Manguinhos.

Segundo o ministério, as doses só serão ministradas após a finalização dos estudos clínicos e a comprovação da eficácia da vacina. O acordo firmado prevê compartilhamento da tecnologia de produção da vacina com a Fiocruz.

O governo brasileiro receberá o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) produzido por Oxford para a produção dos lotes. Caso seja comprovada a eficácia da vacina, ela será ministrada para grupos de risco e profissionais de saúde também terão prioridade.

Após a comprovação da eficicácia da vacina, o governo brasileiro produzirá mais 70 milhões de doses, com um valor estimado de US$ 2,30 por dose.

Ao tentar manipular os dados da Covid-19, abrindo uma crise recente em meio à pandemia, a atual gestão do Ministério da Saúde defendeu que as mortes deveriam ser divulgadas pela data da ocorrência, e não mais pelo dia em que foram notificadas ao governo federal — o que ocorre quando há a confirmação da Covid-19, procedimento que pode levar semanas após o óbito.

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